sábado, 25 de novembro de 2017

ADVOGADO ASSASSINADO DENTRO DO PORÃO DO ALEMÃO-FOTOS E VÍDEOS


PORTAL DO ZACARIAS 


DELEGADO MATA ADVOGADO A TIROS E FERE TRÊS DENTRO DO 'PORÃO DO ALEMÃO', NA ZONA OESTE DE MANAUS. VEJA FOTOS E VÍDEO

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Foto: Divulgação
Delegado Gustavo Sotero foi preso em flagrante
O advogado Wilson de Lima Justo Filho, 35, foi assassinado com dois tiros pelo delegado da Polícia Civil Gustavo Sotero, durante uma briga entre eles por volta das 02h30 da madrugada deste sábado, no salão de danças do Clube de Rock Porão do Alemão, localizado na Avenida Coronel Teixeira (Estrada da Ponta Nergra), bairro de São Jorge, Zona Oeste de Manaus.
 

Os tiros disparados pelo delegado também atingiram Fabiola Rodrigues Pinto de Oliveira, 31, mulher do advogado, e também Maurício Carvalho Rocha, 35, e Yuri Paiva, de 46 anos, levados do local por equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e internados no Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto.

Assunto relacionado

O delegado Gustavo Sotero é plantonista do 1º Distrito Integrado de Polícia.

Ele foi preso em flagrante e apresentado no 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP), onde alegou legítima defesa em seu depoimento. Ele vai responder na Justiça pelos crimes de homicídio doloso e lesão corporal grave.

O advogado deixou mulher e dois filhos

Mulher do advogado sendo atendida dentro do Porão do Alemão

Um homem identificaco como Yuri também foi baleado




Feridos levados para fora do clube para
atendimento pelo Samu (Fotos: Divulgação)

Ainda não foi divulgado o motivo que provocou a discusaão e troca de agressões físicas que resultou no assassinato do advogado quando o delegado sacou uma pistola calibre 40 e fez os disparos dentro do clube de Rock que estava completamente lotado quando aconteceu o episódio.

O advogado Wilson Justo Lima, foi baleado no peito, braço direito e no tórax, morrendo quando ainda recebia atendimento da equipe do Samu. O advogado advogava hpa mais de dez anos e segundo informações preliminares, já foi candidado a prefeito no município de Novo Airão nas eleições de 2016

Advogado foi vítima fatal de disparos feitos por delegado no Porão

25/11/2017 às 07:47 - Atualizado em 25/11/2017 às 08:53
Show wlsn
Dante GraçaManaus
O advogado Wilson Justo Filho morreu após ser atingido por tiros disparados pelo delegado Gustavo Sotero, plantonista do 1o Distrito Integrado de Polícia. A informação foi confirmada pela Polícia Civil.
Wilson Justo Filho, conhecido como Wilsinho, era presidente do PR de Novo Airão. A esposa dele, identificada como Fabiola Rodrigues Pinto de Oliveira, de 31 anos, também foi baleada, mas segundo a Polícia Civil já teve alta. Outras duas pessoas também ficaram feridas mas já foram liberadas. 
O crime ocorreu por volta das 3h. Informações de testemunhas dão conta de que o delegado estava assediando a esposa do advogado. Os dois tiveram um desentendimento e o delegado efetuou os disparos à queima-roupa. Ele acertou o peito de Wilson Justo. A esposa dele foi baleada na perna. 
Uma viatura da Polícia Militar passava pela área do Porão e avistou a confusão. Os policiais pararam no local e efetuaram a prisão do delegado, que não ofereceu resistência segundo o registro da ocorrência. Ele portava uma pistola Taurus .40. 
Além de advogado e político, Wilsinho também era praticante de rugby. Ele deixa duas filhas. 
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Amazonas, Marco Aurélio Choy, afirmou que a instituição vai acompanhar de perto o caso. “A morte desse valoroso colega advogado não ficará impune”, afirmou.
O ex-deputado Marcelo Ramos, que é do mesmo partido de Wilson, lamentou a morte do advogado, de quem era amigo pessoal. “O Wilson era um amigo querido e um companheiro leal, presidente do PR em Novo Airão. Estamos muito consternados pela dor da família e dos amigos. Esperamos que um crime praticado por um agente do estado não fique impune”. 
Delegado  indiciado por homicídio doloso e lesão corporal 
Histórico 
Gustavo Sotero, que foi preso em flagrante e indiciado por homicídio doloso e lesão corporal, conforme a Polícia Civil, já se envolveu em uma confusão de trânsito e foi parar na delegacia. Após um acidente, ele se negou a fazer o teste do bafômetro. A polícia chegou a investigar o caso, mas nada ficou comprovado.
Na ocasião, Sotero teria colidido o seu veículo de modelo Gol, cor vermelha, no carro do representante comercial Eduardo Cintrão, sobrinho de um agente da Polícia Federal.
Em depoimento, Cintrão afirmou que o delegado estava com visíveis sinais de embriaguez, e ao tentar negociar o prejuízo do acidente, Sotero teria se alterado. Em seguida, Cintrão acionou uma viatura da Polícia Militar para tentar contê-lo. De acordo com o delegado do 19º Distrito, Maurício Ramos, foi necessário algemar Sotero, pois segundo ele, o mesmo tentou intimidá-los mostrando um revólver.  
Com a chegada da polícia, o delegado se recusou a fazer o exame do bafômetro e foi autuado em flagrante por embriaguez ao volante
No dia 14 de fevereiro de 2014, o Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado do Amazonas (Sindepol) se pronunciou sobre o caso. O órgão informou que "feitas as devidas ponderações sobre a desnecessidade de se solucionar questões cíveis no âmbito de delegacias, policiais militares passararam a impurtar o delito de embriaguez ao volante a Autoridade Policial" .
O Sindepol também afirmou que "imagens registradas dão conta que o Delegado Gustavo Sotero mantinha calma e não demonstrava qualquer ato que pudesse atentar contra a ordem pública ou que ensejasse a ordem de prisão da forma como equivocadamente se deu".
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 ACRÍTICA


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25/11/2017 às 07:47 - Atualizado em 25/11/2017 às 08:53
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O advogado Wilson Justo Filho morreu após ser atingido por tiros disparados pelo delegado Gustavo Sotero, plantonista do 1o Distrito Integrado de Polícia. A informação foi confirmada pela Polícia Civil.
Wilson Justo Filho, conhecido como Wilsinho, era presidente do PR de Novo Airão. A esposa dele, identificada como Fabiola Rodrigues Pinto de Oliveira, de 31 anos, também foi baleada, mas segundo a Polícia Civil já teve alta. Outras duas pessoas também ficaram feridas mas já foram liberadas. 
O crime ocorreu por volta das 3h. Informações de testemunhas dão conta de que o delegado estava assediando a esposa do advogado. Os dois tiveram um desentendimento e o delegado efetuou os disparos à queima-roupa. Ele acertou o peito de Wilson Justo. A esposa dele foi baleada na perna. 
Uma viatura da Polícia Militar passava pela área do Porão e avistou a confusão. Os policiais pararam no local e efetuaram a prisão do delegado, que não ofereceu resistência segundo o registro da ocorrência. Ele portava uma pistola Taurus .40. 
Além de advogado e político, Wilsinho também era praticante de rugby. Ele deixa duas filhas. 
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Amazonas, Marco Aurélio Choy, afirmou que a instituição vai acompanhar de perto o caso. “A morte desse valoroso colega advogado não ficará impune”, afirmou.
O ex-deputado Marcelo Ramos, que é do mesmo partido de Wilson, lamentou a morte do advogado, de quem era amigo pessoal. “O Wilson era um amigo querido e um companheiro leal, presidente do PR em Novo Airão. Estamos muito consternados pela dor da família e dos amigos. Esperamos que um crime praticado por um agente do estado não fique impune”. 
Delegado  indiciado por homicídio doloso e lesão corporal 
Histórico 
Gustavo Sotero, que foi preso em flagrante e indiciado por homicídio doloso e lesão corporal, conforme a Polícia Civil, já se envolveu em uma confusão de trânsito e foi parar na delegacia. Após um acidente, ele se negou a fazer o teste do bafômetro. A polícia chegou a investigar o caso, mas nada ficou comprovado.
Na ocasião, Sotero teria colidido o seu veículo de modelo Gol, cor vermelha, no carro do representante comercial Eduardo Cintrão, sobrinho de um agente da Polícia Federal.
Em depoimento, Cintrão afirmou que o delegado estava com visíveis sinais de embriaguez, e ao tentar negociar o prejuízo do acidente, Sotero teria se alterado. Em seguida, Cintrão acionou uma viatura da Polícia Militar para tentar contê-lo. De acordo com o delegado do 19º Distrito, Maurício Ramos, foi necessário algemar Sotero, pois segundo ele, o mesmo tentou intimidá-los mostrando um revólver.  
Com a chegada da polícia, o delegado se recusou a fazer o exame do bafômetro e foi autuado em flagrante por embriaguez ao volante
No dia 14 de fevereiro de 2014, o Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado do Amazonas (Sindepol) se pronunciou sobre o caso. O órgão informou que "feitas as devidas ponderações sobre a desnecessidade de se solucionar questões cíveis no âmbito de delegacias, policiais militares passararam a impurtar o delito de embriaguez ao volante a Autoridade Policial" .
O Sindepol também afirmou que "imagens registradas dão conta que o Delegado Gustavo Sotero mantinha calma e não demonstrava qualquer ato que pudesse atentar contra a ordem pública ou que ensejasse a ordem de prisão da forma como equivocadamente se deu".
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