sexta-feira, 17 de maio de 2019

Netflix Explores ‘Killer Ratings’; Doc Series To Explore Strange Case Of Brazilian TV Host Who Allegedly Tried To Boost Ratings By Ordering Murders


Netflix
EXCLUSIVE: The story of Brazilian TV host turned politician Wallace Souza, who was accused of ordering murders in order to bolster ratings of his crime series, is to be made into a seven-part documentary series for Netflix.
The SVOD service has ordered Killer Ratings from British factual producers Caravan and Quicksilver. Caravan is the All3Media-backed firm responsible for Nat Geo’s Buried Secrets of the Bible and is run by Dinah Lord, who has won BAFTAs including in 2015 for Grayson Perry: Who Are You?, whileQuicksilver is run by Eamonn Matthews, who has won Emmys for series including PBS and BBC’sOutbreak: The Truth About Ebola and PBS and Channel 4’s Undercover Syria.
Souza rose to fame as the host of Canal Livre, a TV show broadcast in Manaus, the remote and lawless city surrounded by jungle in the heart of Brazil’s Amazon. The show was a hit but its reputation was tarnished when it was claimed that Souza was only able to make it first to certain crime scenes because he had ordered the murders himself. His former bodyguard accused him of being the head of a criminal organization.
In October 2009, he was charged with murder, drug-trafficking, intimidation of witnesses, illegal carrying of arms and the formation of a criminal and was expelled from the state assembly. After the arrest warrant was issued, he disappeared but subsequently gave himself up before dying of a heart attack the following year.
The team behind Killer Ratings has assembled a huge trove of information on the case, including exclusive interviews with people inside Canal Livre, close relatives, friends, police and members of the police task force, as well as previously unseen footage of Souza filmed in the middle of the scandal.
It is series directed by Daniel Bogado (The Hunt for Boko Haram) and series produced by Suemay Oram (Drugs Map of Britain). It is exec produced by Matthews, Lord and Alex Marengo (Captive). It was commissioned by Ben Cotner, the Wild Wild Country and Ugly Delicious commissioner who recently left Netflix to head up A24 and IAC Films’ non-fiction joint venture, and London-based Kate Townsend.
Bogado said, “What I thought I knew about Wallace Souza when I set out, turned out only to be the starting point of this extraordinary story. When I looked deeper, I saw the events that followed were full of the most jaw-dropping turns, twists and shocks which would be deemed too outlandish in a Hollywood script.”

Wallace Souza - Netflix divulga trailer da série brasileira "Bandidos na TV"


Produção é baseada na história do ex-deputado e apresentador Wallace Souza
Por
AE
Wallace Souza era conhecido por apresentar o programa Canal Livre na TV Manaus
Wallace Souza era conhecido por apresentar o programa Canal Livre na TV Manaus 
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A Netflix divulgou nesta quinta-feira, o primeiro trailer da série "Bandidos na TV", que retrata a história de Wallace Souza, ex-deputado estadual do Amazonas acusado de ordenar assassinatos para aumentar a audiência de seu programa na TV. 
Segundo investigações das polícias civil e federal feitas há mais de uma década, uma das supostas ações do ex-deputado era mandar matar adversários nos crimes de tráfico e apresentar em seu programa de televisão. O ex-deputado foi o mais votado de seu Estado em 2006, e era conhecido por apresentar o programa Canal Livre na TV Manaus, hoje TV Em Tempo. 
Wallace Souza morreu em 27 de julho de 2010, em São Paulo. Ele sofria da Síndrome de Budd Chiari, que ataca o fígado, e teve uma parada cardíaca. Seu velório reuniu mais de 6 mil pessoas em Manaus. 

BRASIL - Dilma vai processar Bolsonaro por declaração do presidente nos EUA, diz jornal


Crédito: Montagem/AFP
A ex-presidente Dilma Rousseff afirmou que vai processar cível e criminalmente o presidente Jair Bolsonaro após declaração dele em viagem aos Estados Unidos. Bolsonaro disse, durante entrega do prêmio ‘Personalidade do Ano’, da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, que Dilma teve “mãos manchadas de sangue na luta armada”. A ex-presidente disse que a declaração é “mentirosa e caluniosa”. As informações são do jornal O Globo.
“Quem até há pouco ocupava o governo tinha suas mãos manchadas de sangue da luta armada, matando inclusive um capitão, como eu. Eu rendo homenagem aqui ao capitão Charles Chandler, um herói americano. Talvez um pouco esquecido na história, mas que escreveu sua história passando pelo Brasil”, afirmou Bolsonaro, sem citar o nome da ex-presidente.
Dilma, entre 1967 e 1972, militou em duas organizações de luta armada contra a ditadura, usando documentos falsos para fugir da polícia. Ela foi presa, torturada e ficou três anos na cadeira, mas não há registros de que participação direta em ações armadas. Em nota, divulgada nesta quinta-feira, ela respondeu o presidente da República.
“Durante a resistência à ditadura – e muito menos no período democrático –, jamais participei de atos armados ou ações que tivessem ou pudessem levar à morte de quem quer que seja. A própria Justiça Militar – as auditorias, o STM e até o STF – em todos os processos que foram movidos contra mim, comprovaram tal fato. Os autos respectivos documentam isso. Ao contrário dos heróis e homenageados pelo senhor Bolsonaro que, durante a ditadura e depois dela, tiveram suas mãos manchadas do nosso sangue – militantes brasileiros e brasileiras – pelas torturas e assassinatos cometidos contra nós”, declarou Dilma.
“Minhas mãos estão limpas e foram fortalecidas, ao longo da vida, pela militância a favor da democracia, da justiça social e da soberania nacional. Foi esta luta que me levou à Presidência da República, cargo que honrei representando dignamente meu País, sem me curvar a qualquer potência estrangeira, respeitando todas as nações, da mais empobrecida à mais rica”, completou, em nota, a ex-presidente.

terça-feira, 14 de maio de 2019

Carlos Bolsonaro no clube de tiro com Adélio quebra o Twitter




O Twitter ressuscitou nesta terça (14) Adélio Bispo, preso em um presídio federal de Mato Grosso do Sul, após esfaquear o então candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) em setembro de 2018.
Pois bem, hoje as redes sociais voltaram à carga com a história de que o vereador Carlos Bolsonaro (PSL-RJ), o Carluxo, participou do mesmo clube de tiro que Adélio — antes do atentado.
Para quem acredita na teoria da conspiração, portanto, um prato cheio.
Revista Fórum dá azo à imaginação ao criar um mapa mental dos dias que antecederam ao ataque a Bolsonaro em Juiz de Fora (MG).
“Adélio Bispo, que era de Montes Claros (MG), foi misteriosamente para São José (SC) e esteve em um clube de tiro no dia 5 de julho, dois dias antes de Carlos Bolsonaro, que passou um final de semana todo confinado no local”, desenha o portal.
Mais à frente, Fórum mostra o que seria o nexo causal entre Adélio e Carluxo — o filho do presidente da República.
“Até 2017, Adélio viva em Montes Claros (MG). Em 2018, coincidentemente um ano eleitoral, Adélio começou a viajar pelo país e, em 5 de julho, chegou em São José (SC), Região Metropolitana de Florianópolis, e fez uma hora de tiro esportivo no clube .38. Dois dias depois Carlos Bolsonaro desembarcou na mesma cidade e passou um final de semana inteiro confinado no mesmo clube de tiro, conforme postado pelo próprio vereador em seu Instagram.”

Cabo eleitoral denuncia boca-de-urna que pode derrubar governador Wilson


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Destaques | ESCÂNDALO | 13/05/2019 | 23:55 | Por: Portal Flagrante

 Lima


 O cabo eleitoral Vitor Alves da Silva, divulgou um vídeo pelas redes sociais, onde denuncia que recebeu R$ 87 mil para pagar fazer boca-de-urna para o então candidato a governador, Wilson Lima (PSL).
Segundo Vítor afirma em vídeo, ele começou a atuar na eleição, induzindo eleitores dentro das escolas (locais de votação).
“No dia 7 de outubro de 2018, de 7h da manhã às 17hs, a pedido de Armando do Vale, recebeu R$ 87 mil reais para pagar as pessoas fazerem boca-de-urna, dentro das escolas, entregando ‘santinhos’ e induzindo eleitores a votar no então candidato a governador Wilson Lima”, diz Vítor Alves, num dos trechos do vídeo. 
Segundo Vítor, faz questão de deixar claro que está ciente do que está denunciando e se colocou inteiramente à disposição da Justiça.
O portal ouviu no final da noite de segunda-feira, 13, o empresário Armando do Vale, que faz parte do staf do governo. Ele negou a denúncia e disse que jamais repassou qualquer quantia ao denunciante. Armando afirmou que irá processar Vítor.
A reportagem também tentou entrar em contato com a Secretária de Comunicação, a jornalista Daniella Assayag, mas não conseguiu retorno.
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segunda-feira, 13 de maio de 2019

Celebração do 13 de Maio em Fátima junta 150 mil fiéis


Peregrinação religiosa a Fátima para assinalar a aparição da Virgem Maria tem esta segunda-feira o seu ponto alto. Cabe ao arcebispo de Manila presidir à cerimónia deste ano.

Portugal Digital

FOTO LUSA RICARDO GRACA
A celebração religiosa da aparição da Virgem Maria, na Cova da Iria, a 13 de maio de 1917, deverá juntar esta segunda-feira no santuário de Fátima cerca de 150 mil fiéis, com dezenas de milhares a chegarem ao local a pé, em peregrinações de vários pontos de Portugal e do estrangeiro.
O evento do 13 de maio mereceu este domingo uma mensagem do Papa Francisco, que há dois anos esteve em Fátima no centenário das aparições. “Os nossos pensamentos vão para a nossa mãe celestial, que celebraremos a 13 de maio, com o nome de Nossa Senhora de Fátima. Confiamo-nos a ela, para continuar a nossa jornada com alegria e generosidade”, declaro o Papa.
A peregrinação a Fátima é presidida este ano pelo arcebispo de Manila, D. Luís Antonio Tagle, o qual está em Portugal desde quinta-feira, com uma agenda centrada em Fátima e nas questões sociais.
A sua é apresentada pelo Santuário de Fátima como “um sinal de atenção à Ásia, cujo número de peregrinos não para de surpreender”, segundo a Agência Ecclesia.
A concentração de fiéis em Fátima neste 13 de maio é acompanhada por um dispositivo de segurança, tendo as autoridades portuguesas reforçado a operação, depois dos atentados que vitimaram centenas de pessoas no Sri Lanka na Páscoa.

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By  Peter White Peter White International Co-Editor @peterzwhite More Stories By Peter Upfronts 2019: An Englishman In New Y...